Me lancei no acaso.
Me jogue fora, quando deixei você.
Aquela cena de novela que eu julguei não ser real aconteceu.
As vezes eu acho que Deus brinca com a gente. Vou lembrar para sendo deu indo embora ouvindo você dizer “me perdoa”. Na verdade acho que eu e que devia me perdoar. O bom pra mim nunca satisfez. Eu preciso do risco, do absurdo, do perfeito. Eu preciso me embriagar de tudo, o pouco não me interessa.
Lembra quando te conheci? Lembra dos momentos íntimos da nossa primeira conversa?
Lembra da palidez da minha pela e a timidez da sua voz?
Tem como ser assim de novo?
Eu me perdi em todas essas perguntas. Eu me perco só em pensar em voltar pra você.
Eu não sei se me cabe toda essa alegria e esse peso. Esse peso e me fazer feliz a qualquer preço. Não é bem assim meu bem.
Deixa eu te falar o que eu quero: eu quero sofrer, sofrer muito. Quero a verdade nua e com cara de morte. Quero rir da minha virgindade na sua cara e achar todas as ‘tentativas’ engraçadas.
Deixa eu te falar o que eu não quero: eu não quero mais o peso de pensar no seu futuro, de pensar em você o tempo todo. De ter que te carregar nos ombros. Eu também estou crescendo, e quero alguém pra fazer isso por mim pr’eu descansar, como você dormiu de tanto descanso em mim.
Deixa eu t falar o que eu não sei: eu não sei se dói mias te ter ou não ter. Se é que um dia eu te tive aqui,
desculpa,
Disso eu não duvido!
Nenhum comentário:
Postar um comentário