Achei que escrever seria bom, pois não tenho outro meio de esvair isso que há em mim.
Tristeza. Melancolia gratuita. Dependência. Suicídio.
Tudo isso em um pacote estranho guardado dentro do meu peito, não sei como isso entrou lá.
Pensei que se relatasse tudo do começou acharia o culpado.
Então está aqui a minha reconstituição do crime.
Ganhei – obrigado senhor! Fui promovida mais uma vez em menos de um ano. Agora está claro! Vale mesmo sofrer isso tudo.
Lembro bem que foram essas minhas palavras, mais não me lembro de ter ficado feliz.
Liguei para algumas pessoas e nenhuma delas me deu um parabéns sincero, o máximo que ouvi foi um reclamação por não ter começado ainda o curso de inglês. Apenas um, um entre todos, entre os três, me deu os parabéns, os sorrisos e as felicidades. Mais não foi o bastante.
Achei Deus que quando eu tivesse essa idade e essa conta bancaria estaria feliz. Achei que teria forças para planos maiores. [...]
Aos poucos a vontade de gastar com coisas fúteis acabou, achei que estava crescendo mas não era. Nem aquilo que me dava enorme prazer me alimenta mais. Quando começou? Quando eu mudei tanto assim?
Tenho então forçado umas saídas sozinha, pensando e andando. Pq quando eu paro choro, pq quando eu escrevo choro, pq as pessoas me incomodam choro. Pq não chorei ainda, e tá lá dentro me matando a cada dia.
Eu estou só com mais uma pessoa. Só tenho você contra resto do mundo. E que mundo!
Você é bom, você é o melhor. Mia snão me basta. Eu ainda carrego você lembra? Eu ainda só seu pilar. E se eu te soltar você cai. Nós caimos.
[...]
Hoje tive a leve sensação de paranóia, pela primeira vez. Tive medo de estar desenvolvendo depressão e tudo que eu sinto na verdade não existe propriamente.
Isso me deu até um pouco de alegria.
Ser triste e melhor que não ter sentimento nenhum.
Acho que já posso parar com este depoimento, já achei a culpada.
Registrado .
quinta-feira, 24 de março de 2011
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
6º
Me lancei no acaso.
Me jogue fora, quando deixei você.
Aquela cena de novela que eu julguei não ser real aconteceu.
As vezes eu acho que Deus brinca com a gente. Vou lembrar para sendo deu indo embora ouvindo você dizer “me perdoa”. Na verdade acho que eu e que devia me perdoar. O bom pra mim nunca satisfez. Eu preciso do risco, do absurdo, do perfeito. Eu preciso me embriagar de tudo, o pouco não me interessa.
Lembra quando te conheci? Lembra dos momentos íntimos da nossa primeira conversa?
Lembra da palidez da minha pela e a timidez da sua voz?
Tem como ser assim de novo?
Eu me perdi em todas essas perguntas. Eu me perco só em pensar em voltar pra você.
Eu não sei se me cabe toda essa alegria e esse peso. Esse peso e me fazer feliz a qualquer preço. Não é bem assim meu bem.
Deixa eu te falar o que eu quero: eu quero sofrer, sofrer muito. Quero a verdade nua e com cara de morte. Quero rir da minha virgindade na sua cara e achar todas as ‘tentativas’ engraçadas.
Deixa eu te falar o que eu não quero: eu não quero mais o peso de pensar no seu futuro, de pensar em você o tempo todo. De ter que te carregar nos ombros. Eu também estou crescendo, e quero alguém pra fazer isso por mim pr’eu descansar, como você dormiu de tanto descanso em mim.
Deixa eu t falar o que eu não sei: eu não sei se dói mias te ter ou não ter. Se é que um dia eu te tive aqui,
desculpa,
Disso eu não duvido!
Me jogue fora, quando deixei você.
Aquela cena de novela que eu julguei não ser real aconteceu.
As vezes eu acho que Deus brinca com a gente. Vou lembrar para sendo deu indo embora ouvindo você dizer “me perdoa”. Na verdade acho que eu e que devia me perdoar. O bom pra mim nunca satisfez. Eu preciso do risco, do absurdo, do perfeito. Eu preciso me embriagar de tudo, o pouco não me interessa.
Lembra quando te conheci? Lembra dos momentos íntimos da nossa primeira conversa?
Lembra da palidez da minha pela e a timidez da sua voz?
Tem como ser assim de novo?
Eu me perdi em todas essas perguntas. Eu me perco só em pensar em voltar pra você.
Eu não sei se me cabe toda essa alegria e esse peso. Esse peso e me fazer feliz a qualquer preço. Não é bem assim meu bem.
Deixa eu te falar o que eu quero: eu quero sofrer, sofrer muito. Quero a verdade nua e com cara de morte. Quero rir da minha virgindade na sua cara e achar todas as ‘tentativas’ engraçadas.
Deixa eu te falar o que eu não quero: eu não quero mais o peso de pensar no seu futuro, de pensar em você o tempo todo. De ter que te carregar nos ombros. Eu também estou crescendo, e quero alguém pra fazer isso por mim pr’eu descansar, como você dormiu de tanto descanso em mim.
Deixa eu t falar o que eu não sei: eu não sei se dói mias te ter ou não ter. Se é que um dia eu te tive aqui,
desculpa,
Disso eu não duvido!
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
SMS - 09/09/2010 14:31H
Te desejo um bom dia, msm sabendo o qto ta sofrendo..eu tbm tou sofrendo mto..eu tou mto mal por n ter te contato, mas n fiz isso por mal nem por egoistmo, eu so quero q vc me perdoe, msm q vc n me queira mais..Eu n me imagino sem vc..msm tendo te magoado eu te amo muito =(
5º o dia mais triste da minha vida
Hoje eu quero desabafar em você.
Não com você, mas em você.
Hoje eu quero escrever sem ser bonito, porque meu sentimento e feio e sem adjetivos.
Voltei a antigos costumes.
Ontem não recebi meu “boa noite” cheio de carinho nem meu abraço peludo.
Chorei a noite toda até não ter mais forças. Meus olhos doeram tanto que parei.
Acordei com ela gritado no meu ouvido, dizendo que perdi vocês.
Meus Deus, cadê meu rumo?
Minha vontade e de chorar o tempo todo.
Eu não sei por que estou escrevendo aqui.
Vou lá fora acender um cigarro e olhar pra fumaça que vai distante e tentar ser como ela.
Eu quero ir longe. Negra, pesada e sem nenhuma poesia.
Ontem, 08/07/2010 acabei meu namoro que durava 1 ano e 2 meses.
Lamento muito por ter te dito – pegue suas coisa e suma da minha frente.
Lamento por ter esvaziado a minha cômoda e minha cama. Meu quarto sem suas coisas não é meu.
E espero te ter de volta, eu espero poder de perdoar!
Ontem, 08/07/2010 dei por falta do meu gato, todos sabiam que ele havia sumido a dias. Menos eu.
Eu espero que ele volte!
Porque saudade mata e eu pensei em morrer diversas vezes ontem!
Não com você, mas em você.
Hoje eu quero escrever sem ser bonito, porque meu sentimento e feio e sem adjetivos.
Voltei a antigos costumes.
Ontem não recebi meu “boa noite” cheio de carinho nem meu abraço peludo.
Chorei a noite toda até não ter mais forças. Meus olhos doeram tanto que parei.
Acordei com ela gritado no meu ouvido, dizendo que perdi vocês.
Meus Deus, cadê meu rumo?
Minha vontade e de chorar o tempo todo.
Eu não sei por que estou escrevendo aqui.
Vou lá fora acender um cigarro e olhar pra fumaça que vai distante e tentar ser como ela.
Eu quero ir longe. Negra, pesada e sem nenhuma poesia.
Ontem, 08/07/2010 acabei meu namoro que durava 1 ano e 2 meses.
Lamento muito por ter te dito – pegue suas coisa e suma da minha frente.
Lamento por ter esvaziado a minha cômoda e minha cama. Meu quarto sem suas coisas não é meu.
E espero te ter de volta, eu espero poder de perdoar!
Ontem, 08/07/2010 dei por falta do meu gato, todos sabiam que ele havia sumido a dias. Menos eu.
Eu espero que ele volte!
Porque saudade mata e eu pensei em morrer diversas vezes ontem!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
4º
Eu me conheço bem, sei de cada palavra que falo. Sei que emprego, às vezes, medidas desnecessárias a ela.
Eu odeio, eu amo, eu já vou [...]
Eu sei como me esqueço de cada palavras. De cada jura.
O que mais em surpreende e não sentir aquele peso de gente errada, e isso me conforma.
Quero dizer que quando você se afasta amor, me corpo carente e quente procura os olhares de antes de você.
E os acha. Eu os pego lentamente olhando de baixo pra cima, como fiz contigo lembra – na fila do banheiro daquele bar.
Eu vou divagar, como sempre fiz, sorriu e fico avermelhada, esse e meu primeiro passo.
Espero o avançar do olhar sedento e dou os passos subseqüentes, com trema e tudo.
É exatamente ai que eu esqueço.
Não me culpo por nada disso. Assim como me esqueço de você, meu bem, esqueço dos outros, DO MUNDO!
e daí que eu tiro forças pra dizer que te amo todos os dias!
Eu odeio, eu amo, eu já vou [...]
Eu sei como me esqueço de cada palavras. De cada jura.
O que mais em surpreende e não sentir aquele peso de gente errada, e isso me conforma.
Quero dizer que quando você se afasta amor, me corpo carente e quente procura os olhares de antes de você.
E os acha. Eu os pego lentamente olhando de baixo pra cima, como fiz contigo lembra – na fila do banheiro daquele bar.
Eu vou divagar, como sempre fiz, sorriu e fico avermelhada, esse e meu primeiro passo.
Espero o avançar do olhar sedento e dou os passos subseqüentes, com trema e tudo.
É exatamente ai que eu esqueço.
Não me culpo por nada disso. Assim como me esqueço de você, meu bem, esqueço dos outros, DO MUNDO!
e daí que eu tiro forças pra dizer que te amo todos os dias!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
3º
Olha só o que eu armei pra mim.
Eu coloquei a mesa posta de tudo que fosse possível comer.
Enchi meus amados de caros presentes e da minha ausência.
Eu virei um estranhos em minha casa, eu virei a novidade na boca do meu amor.
Sendo assim minha casa não sente minha falta, tentou e consegui não sentir.
Virei lembrava, mesmo ainda viva - Se ela estivesse aqui ela iria sorrir! Lembra como ela gostava disso!Eu não os culpo de forma nenhuma. Eu mereço e reconheço minha falta.
Não tenho coragem para suicídio mas, as vezes, me pego pesando como faria.
Acho que escreveria uma carta pra você amor, te guiando como sempre.
Diria a musica que em queria, o igreja da primeira missa e a ultima roupa.
Creio que não conseguiria dizer o quanto eu os amo.
Deixaria um presente caro e algo gostoso para comer no forninho.
Porque é assim o jeito que eu encontrei pra dizer que amo vocês na minha deficiência constante.
Estou chorando agora, e prometo não trabalhar neste feriado!
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
2º
Deixa eu me acertar para começar.
Hoje estou com dezenove anos e dez meses. Faltam poucos dias para meus vinte e isso me assusta.
Eu não sei se foi bom. Eu não sei só isso dá pra mim.
Há dez anos eu tinha minha vida inteira pela frente, e agora a dez anos a frente terei minha vida toda pra trás.
Ou não.
Ou viram os filhos, as rugas e o recomeço. Eu, de novo, tendo todos os anseios que tenho hoje adicionados com um adjetivo chamado filho.
Ou não.
Pode vir à monotonia. Quanta gente fica sozinha...
Há dez anos eu tinha minha vida inteira pela frente, e agora a dez anos a frente terei minha vida toda pra trás.
Ou não.
Ou viram as festas, os chopes de bar em noite de lua e o recomeço. Eu, de novo, tendo as alegrias que tenho hoje adicionadas com um adjetivo chamado tristeza.
Porque por melhor que seja este meu estilo de vida hoje eu desejo evoluir.
Mas eu não tenho presa, eu não quero agora. Eu quero para mais tarde.
Para daqui a uns mil anos, pode ser?
Então Deus [b]deixo registrado[/b] aqui meu desejo para meus vinte anos:
Que uma bola de cristal com a data da minha morte escrita nela. Quero me programar cedo.
Thauany.
Hoje estou com dezenove anos e dez meses. Faltam poucos dias para meus vinte e isso me assusta.
Eu não sei se foi bom. Eu não sei só isso dá pra mim.
Há dez anos eu tinha minha vida inteira pela frente, e agora a dez anos a frente terei minha vida toda pra trás.
Ou não.
Ou viram os filhos, as rugas e o recomeço. Eu, de novo, tendo todos os anseios que tenho hoje adicionados com um adjetivo chamado filho.
Ou não.
Pode vir à monotonia. Quanta gente fica sozinha...
Há dez anos eu tinha minha vida inteira pela frente, e agora a dez anos a frente terei minha vida toda pra trás.
Ou não.
Ou viram as festas, os chopes de bar em noite de lua e o recomeço. Eu, de novo, tendo as alegrias que tenho hoje adicionadas com um adjetivo chamado tristeza.
Porque por melhor que seja este meu estilo de vida hoje eu desejo evoluir.
Mas eu não tenho presa, eu não quero agora. Eu quero para mais tarde.
Para daqui a uns mil anos, pode ser?
Então Deus [b]deixo registrado[/b] aqui meu desejo para meus vinte anos:
Que uma bola de cristal com a data da minha morte escrita nela. Quero me programar cedo.
Thauany.
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