quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Eu me conheço bem, sei de cada palavra que falo. Sei que emprego, às vezes, medidas desnecessárias a ela.
Eu odeio, eu amo, eu já vou [...]

Eu sei como me esqueço de cada palavras. De cada jura.
O que mais em surpreende e não sentir aquele peso de gente errada, e isso me conforma.
Quero dizer que quando você se afasta amor, me corpo carente e quente procura os olhares de antes de você.
E os acha. Eu os pego lentamente olhando de baixo pra cima, como fiz contigo lembra – na fila do banheiro daquele bar.
Eu vou divagar, como sempre fiz, sorriu e fico avermelhada, esse e meu primeiro passo.
Espero o avançar do olhar sedento e dou os passos subseqüentes, com trema e tudo.

É exatamente ai que eu esqueço.

Não me culpo por nada disso. Assim como me esqueço de você, meu bem, esqueço dos outros, DO MUNDO!

e daí que eu tiro forças pra dizer que te amo todos os dias!

Um comentário:

  1. como é bom escrever sabendo que ngn bai ler!

    coisa tola pensar que isso é biografico!

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